Mercedes Perotti chegou a São José dos Campos em 1961, ainda criança, e nesta cidade iniciou seus estudos onde por vocação hereditária, já que seu pai Pedro Pierotti Neto era professor, foi diretor e proprietário de escola na cidade, e por viver esse clima, resolveu seguir o magistério tornando-se professora e lecionando em várias escolas da cidade. Seu início foi como estagiária na escola de seu pai.
Mercedes foi diretora da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) num tempo em que a categoria reivindicava seus direitos profissionais que estavam sendo cessados pelo governo da época, com paralisações em todo Estado. Mercedes estava na linha de frente, discutindo e representando os professores junto aos representantes do governo estadual.
Foi professora na escola, Professor Dorival Monteiro de Oliveira, nas áreas de ciência, biologia e matemática.


Como professora efetiva da prefeitura municipal, exerceu o cargo de Coordenadora Pedagógica em outras escolas do município.
Em 1987, casando-se pela segunda vez, viu seu esposo ser eleito vereador na cidade e a partir dai começou a militar no meio, ajudando pessoas, procurando ser referencia em alguns bairros da periferia, como Novo Horizonte, Cerejeira, Michigan, Castanheiras e outros. Ela que já tinha uma liderança numa classe profissional (professores), viu seu cunho social aflorar ainda mais após sua aproximação da vida legislativa e politica na cidade.

Mesmo com essas atividades, Mercedes foi uma mulher firme e presente na vida de seus filhos, e com muita rigidez e respeito, cobrou que todos andassem no caminho correto, sempre pregando que ser honesto não é virtude nem qualidade, é obrigação do ser humano, que nunca desviasse a conduta e sempre mantivesse a ética e qualidade moral.

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