Jorge Pinto de Souza nasceu em Santo Antônio do Jardim, distrito de Espirito Santo do Pinhal-SP. Seu pai era fiscal da barreira, e faleceu muito jovem. Com quatro anos de idade, Jorge foi levado, juntamente com os irmãos para morar com a avó e as tias na cidade mineira de Santa Rita do Sapucaí. Sua adolescência foi vivida nessa cidade, assim como em Caxambu, Itajubá e Brasópolis.
Ainda jovem, alistado no Exercito, contraiu tuberculose e foi aconselhado a procurar tratamento em São José dos Campos, e indicaram o Dr. Dória. ¨Mal sabia o médico que mais tarde minha filha se casaria com seu filho¨, conta ele, acrescentando, que por ser referência no tratamento dessa doença, e receber muitos doentes de fora, os joseenses que freqüentavam o futting na rua XV de Novembro, tinham, nos dois bares daquela via, seus copos identificados para tomarem seus aperitivos. Até mesmo as xícaras eram separadas para não se misturarem aquelas que eram servidas aos doentes.
Jorge veio para se tratar, passou por cirurgias, e além da saudade, deixou uma grande paixão em Minas Gerais, que era a namorada Alaide, mais tarde sua esposa. ¨Enquanto aguardava a recuperação da cirurgia e me tratava, consegui um emprego de taxista.¨ Ele conta que na época haviam poucos carros na cidade e os taxistas eram muito procurados para pequenas e longas viagens. Um dia ele foi levar um passageiro para o Rio de Janeiro e a viagem durou 10 horas para chegar na cidade maravilhosa. A estrada era pista única e de terra. Era tarefa árdua, disse, ele. ¨Meu ponto era defronte a Igreja Matriz, e por ser de bom e fácil relacionamento, ajudei a criar a União dos Motoristas de SJC. Haviam motoristas mais antigos, mas quiseram que eu assumisse como presidente. Incentivado por Jamil Mattar, aceitei e recebi na entidade, até o João Goulart. Aquele posto de gasolina em frente ao Banhado fui eu quem montou para a União. Está lá até hoje¨, lembra Jorge.
Mas, a saudade da namorada era muito grande. Um dia voltou à Minas Gerais, pediu a uma tia que realizasse o casamento, o que foi feito, e voltou casado indo morar na Vila Ema.

Visita as obras da Construção do Estádio Martins Pereira

Dirigentes e esportistas vistoriam obras do estádio: João Lopes Moreno, ,Robsom Marinho, ,Getulio Veneziani, Anibal, Mario Ottoboni, Elmano Ferreira Veloso (prefeito), Nadin Rhaal, Jorge Pinto de Souza, Joaquim Fernandes, Clodoaldo, , , Alberto Simões, José Matarazzo, , Cayres, Lico Pinto, entre outros.

 

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