Nascido em Juiz de Fora, João Batista Pires Filho viveu naquela cidade mineira um dos melhores períodos de sua vida. Ele conta que ¨ mesmo na adolescência sempre teve uma responsabilidade social. Com 14 anos começamos a construção de uma igreja que demorou dez anos para ser finalizada, e em razão disso, todos os finais de semana eram motivos de festas¨, lembra. Com curso técnico concluído na Universidade Federal de Juiz de Fora e ter trabalhado na Rede Federal, Pires, ao completar 38 anos resolveu seguir novo rumo e escolheu a capital paulista pois a Ericsson do Brasil, na época da expansão da telefonia do Brasil, precisava de técnicos, e eu resolvi tentar, e passei.
¨Um dia pediram que eu viesse à São José dos Campos para coordenar a área de engenharia que abrangia o Vale e Litoral Norte, e vim¨, relembra. Como havia o período da noite livre, Pires optou em fazer mais um curso, e ficou entre dois: Psicologia Industrial e Direito. Sem saber o porque e como, optou pelo Direito e o concluiu na Univap.


Depois de formado, pediu para a direção da empresa para ser transferido para o setor jurídico e o pedido foi rejeitado, já que sua responsabilidade no departamento técnico era mais importante para a Ericsson.
Pires fez um acordo e durante algum tempo ficou em licença da empresa, sem vencimentos, para poder investir em sua nova profissão: Advogado. Mesmo com os pedidos constantes da direção para que voltasse ao seu trabalho de origem, Pires optou em seguir carreira e demitiu-se da Ericsson montando seu próprio escritório de advocacia numa carreira consagrada.
Durante os primeiros cinco anos de vida profissional, Pires se dedicou a criação dos Conselhos da Criança e da Juventude em SJC e do Centro de Informação Acadêmica para prestação de serviços na área judiciária na OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).


Em 1990, através de vários fóruns na cidade, Pires começou a discutir a criação do Conselho Tutelar no município. ¨Fico feliz por ter contribuído para criação de orgãos sociais de importância¨, diz modestamente João Batista Pires Filho.
Convidado, entrou no Rotary Club – Satélite em 1993 passando por diversas funções e atividades até que ofereceram o desafio de ser Governador. E ele aceitou.
¨Não se trata apenas de uma indicação, você tem que passar por testes, pois além da experiência rotaria você tem que ter experiência de vida, e fui bem e passei¨, diz Pires que governa 64 clubes em 39 municípios e responde administrativamente para o presidente internacional da entidade.

Comentários Facebook

comments